Apresentação de Maria - Congregação Internacional

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“Estudai Jesus Cristo, imitai Jesus Cristo, amai Jesus Cristo, fazei-O conhecer e amar por toda a parte”. Mª Rivier

A história da vocação de especial consagração, por vezes começa com o testemunho de um sacerdote ou de uma religiosa, que vivem jubilosamente a doação de si mesmos aos irmãos, por amor do Reino dos Céus. É que o testemunho dessas pessoas são capazes de despertar interrogações e até conduzir mesmo a decisões.

Foi o que aconteceu comigo. Eu nasci e cresci numa família cristã, aprendi sobretudo da minha mãe a estar envolvida na Paróquia, a não faltar a catequese nem a missa ao Domingo. Contudo até aos 14 anos nem colocava a questão da vocação. Apenas me lembro que no quinto ano, o professor de religião e moral, convidou um padre jesuíta a falar à turma, mas não liguei muito. Só me despertou o interesse quando tive a preparação para o crisma, porque a minha catequista disse-nos que uma Irmã da Apresentação de Maria, iria falar-nos das vocações. Nesse dia a Irmã convidou-nos a participar num encontro, ao qual fui e onde senti o desejo de participar nos outros. Pois nessa altura questionava-me do que Deus queria de mim. Entretanto fui catequista e fazia o possível para não faltar aos encontros e aos retiros que a congregação programava.

Aos 18 anos continuava a interrogar-me, sobre qual seria o projecto que Deus teria para mim. Num desses encontros, uma das irmãs propôs-me para fazer uma experiência na casa das irmãs. Aceitei o desafio. Durante esse tempo fui conhecendo a congregação e a sua fundadora Ana Maria Rivier. Pedi ajuda a Nossa Senhora e recordo-me ainda de um cântico que aprendi nos encontros, que por vezes ainda me vem ao pensamento, que era o seguinte ” Maria Tu és a Mãe, dos que deixam casa, pai e mãe, para seguir o apelo do Senhor...” Não foi fácil tomar a decisão, porque nunca tive uma experiência forte, mas algo foi-se construindo lentamente. Durante o tempo do Noviciado fui conhecendo melhor a congregação e a sua missão. Na oração procurava obter uma resposta, porque continuava a interrogar-me. “Será que Deus me chama a me consagrar de uma forma mais radical?” Pouco a pouco foi descobrindo que sou amada por Deus e que apesar de ser um instrumento frágil, Deus pode servir-se desse instrumento para fazer conhecer e amar Jesus Cristo, como fez Maria Rivier. Ela que gostava de falar de Jesus e não se cansava de repetir “Estudai Jesus Cristo, imitai Jesus Cristo, amai Jesus Cristo, fazei-o conhecer e amar por toda a parte”. 

Hoje, oxalá que os jovens sejam capazes de escutar o chamamento divino no meio de tantas vozes que inundam a vida diária. Que Nossa Senhora guarde cada pequena semente de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto, na certeza que o Senhor está sempre connosco.
Peço a Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe que continue a suscitar o desejo de fazermos da nossa vida uma oferta generosa aos outros.

Ir. Graça Silva, p.m.

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